Novos Olhares

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Como parte da estratégia de lançamento do novo site do Cwist – o grupo de empreendedores sêniores liderados pelo empresário Wilson Nigri – e do fim do processo de incubação de nove meses do beeyou, é com prazer que anunciamos a chegada deste institucional contando um pouco da trajetória tanto dos idealizadores quanto da proposta do projeto, voltada à tecnologia de inovação para os mercados profissionais, de recrutamento e afins.

“Design é inovação”, diz Douglas Santana em um dos depoimentos do vídeo (dirigido aliás por Henrique Oliveira, fotógrafo e videomaker free lance que já realizou trabalhos do tipo para a Folha de S.Paulo). “Sou designer de formação e empreendedor, e atualmente busco novas formas de dar um sentido à minha carreira e o impacto que eu posso ter para o mundo”, continua Douglas. “Nesse processo, eu e o Emanuel (Mendes, CEO da Sincronia e originalmente um dos criadores do beeyou, quando ele ainda era um outro tipo de negócio) queremos não só modificar esse mercado profissional, mas também a forma como esses profissionais aparecem, se vendem e se relacionam.”    

Incubado na Escola de Negócios vinculada ao Sebrae – uma iniciativa do governo do estado de São Paulo mais o Centro Paula Souza de ensino -, o beeyou transformou-se radicalmente ao longo de sua trajetória. “Começou como um site de vídeo currículo, tradicional, quase caretinha”, admite An Nakamura, produtor da casa que vem acompanhando o processo desde seu início em 2010. “Mas percebemos que sites de vídeo currículo – que, aliás, eram nossos maiores temores, tanto pela profusão deles quanto pela concorrência – não só são modelos de negócio que não deram certo, como muitos dos que existiam já não estão mais no mercado. Ainda bem que não entramos nessa, pois, mesmo que todo o desenvolvimento do beeyou tenha sido penoso (e ainda o é, como toda startup), ele virou algo muito maior, muito melhor e muito mais interativo. Graças, em grande parte, ao Douglas – que possui uma visão do empreendedorismo inovador realmente única”, diz Nakamura.     

“A gente vive em uma sociedade muito visual”, diz o diretor Emanuel Mendes. “Nunca produzimos tantas imagens, sejam elas estáticas ou em movimento. Até quando vamos enviar textos, utilizamos os Emoticons e afins. Portanto, o beeyou se tornou uma plataforma essencialmente visual – que irá trabalhar com todos esses recursos dando voz e poder ao usuário, que poderá, ele mesmo, criar seu próprio conteúdo, dividido por capítulos estratégicos”, segundo Emanuel.  

“As pessoas hoje dominam muito bem esses recursos”, completa Douglas. “E o melhor: eles agora estão na palma da sua mão, uma vez que pretendemos começar com o público mobile“, diz. E o caminho parece ser esse mesmo: estudos na área apontaram 2015 e 2016 como os anos mobile – e isso em uma população mundial que não só não para de crescer, como possui muitas vezes de dois a três celulares, vários deles com inúmeros recursos, principalmente de câmeras e lentes. “Deveria ser proibido citar o exemplo da Apple, ou mesmo da Samsung, mas é inescapável”, diz Nakamura. “Esse ano (2015) já temos iPhones gravando em 4K (cerca de 8 milhões de pixels), com uma infinidade de possibilidades. São essas possibilidades as que queremos que o usuário do beeyou explore sem meias medidas, e mostre todo o seu potencial – de trabalho e de vida pessoal – para quem quiser se conectar com ele na rede, contratadores ou não.”

O beeyou já está com as telas todas desenhadas e no momento procura desenvolvedores e outros sócios para a empreitada. Assista ao vídeo abaixo e conheça. 

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