Roberto Gervitz: A Restauração de “Feliz Ano Velho”

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Com mais de trinta anos de carreira, o diretor e roteirista Roberto Gervitz – que nasceu em Nova York, em 1957 – alternou-se entre os documentários dos anos 1970, que retratavam a classe operária e política do Brasil, e as fitas de ficção que finalmente o consagrariam ao final da década de 1980, como Feliz Ano Velho. Livremente adaptado do livro de Marcelo Rubens Paiva, ainda hoje um best-seller nas livrarias do país, o filme foi a primeira experiência no universo da ficção para o cineasta, acostumado a rodar filmes engajados e centrados no realismo das classes mais populares. Com Feliz Ano Velho, Gervitz pôde exercitar outra vertente de seu talento: aquela centrada na fantasia, no lúdico, no uso das cores para retratar estados de ânimo e de espírito, responsáveis por tornar seu filme um dos mais marcantes do cenário cinematográfico brasileiro da época. 

Nesta entrevista, concedida como parte do material suplementar de nossa edição especial em DVD – que traz Feliz Ano Velho restaurado em 2K –, Gervitz conta sobre assistir ao filme depois de tantos anos, como foi a sessão com o público, e o que ele significa para as plateias de hoje.

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